MINHA BANDA

D'XAVANTES (O NOSSO ROCK - 2007)

RELEASE


E AS AVENTURAS CONTINUAM...

Depois de dois anos do lançamento do disco "Blues & Rock'n Roll" os D'Xavantes anunciam nova fase com o recente trabalho intitulado "O Nosso Rock"; Com 13 faixas o álbum mostra o mais puro rock feito pela banda e parceiros do cenário musical de Toledo.

A Produção de fotografia leva a assinatura da “Photo Creative” do fotografo Rodrigo Vipych, (ganhador do Concurso Revista Playboy 2007) que preparou e produziu todo o ensaio fotográfico da banda.

“Todos os sons que eu ouvi estão no meu Rock”

Gravado nos estúdios Zero dB as faixas receberam atenção especial em cada detalhe de arranjo; Com produção de Marcos Hermes, “O Nosso Rock” ganha peso na presença do saxofonista Alceu Ruwer em “Gata” e “Onde se Escondeu o Amor?”.

Os Backing Vocais de Lélis Keity de Andrade e Silani Pedrollo em “Longe dos Olhos”, “O Nosso Rock” e “Sem Açúcar” refrescam e criam uma atmosfera fantástica nas canções. Os teclados de Mano Hermes fazem uma verdadeira “Cama de Gato” para guitarras e vocais.

O Riff de “Rock do Uru” nos transportam ao álbum III do Led Zeppelin, a canção conta à história das aventuras dos D’Xavantes no “Retiro do Uru”, assim batizado o acampamento de preparação de estúdio na Fazenda Rottava às margens do Rio Uru.

Em “Você tem o que eu quero”, uma versão de um velho riff Rock and Roll dos Rolling Stones.

As fortes pegadas em “Blues Perfumado” e “Onde Poderia Estar” mostram o genuíno Rock do grupo que revela um grande amadurecimento musical ao longo desses Cinco anos de estrada.

“To Legal Blues” viaja no tempo, o Riff de Meneghini lembra canções de B.B. King em uma velha vitrola acompanhada com Uísque e Charuto. A presença forte da guitarra de Steffen a lá Clapton é marca registrada nesse Blues de peso.

“Na Luta” é uma dessas histórias nas noites de estrada do Rock, sua forma acústico/rock, lembra uma mistura bem humorada de Mutantes com Stivie Ray Vaughan.

O álbum só confirma a capacidade criativa do grupo nesses longos anos de estrada, “O Nosso Rock” é um grande disco que recebeu de presente dos talentosos compositores: Fabio Antonio da Silva e Ricardo Rosa, as músicas: “Meu Grande Amigo Eu” e “Blues Perfumado”.

D’Xavantes é Rafael Meneghini (Guitarra e Vocal), Fernando Steffen (Guitarra), Laércio Maziero (Baixo) e Carlos Scherer (Bateria).

D'XAVANTES (BLUES & ROCK'N ROLL - 2005)

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“Vem comigo meu bem, vem comigo neném, sobe na garupa da minha moto, vem comigo, comigo meu bem, vem curtir, vem ver o pôr-do-sol...” (trecho da música Estrada de Nova Concórdia). Estamos acima de tudo impondo uma bandeira, a bandeira do regionalismo, do som de raiz, e de certa forma o incentivo ao turismo na região, pois você deve se perguntar: Afinal de que estrada esse cara está falando? Onde fica?. Não estamos apenas cantando mais uma dessas canções de amor, estamos querendo levantar as raízes e mostrar que aqui no interior do Paraná, mais precisamente em Toledo tem pessoas de bom gosto e que apreciam o verdadeiro Rock ‘n' Roll! Pois “...se Roberto falava da Estrada de Santos, porque eu não posso falar da Estrada de Nova Concórdia?...”.
Tudo começou em 2003, quando Rafael Meneghini (guitarra) e François Adames (vocais e harmônicas) enfatizaram a proposta de cantar canções próprias, mostrando originalidade e identidade, faltava a “cozinha” que não demorou muito para encontrar os caras certos: Carlos Scherer (bateria), Laércio Maziero (baixo) e Fernando Steffen (guitarra) formando os D'Xavantes de Toledo PR; A banda já participou de grandes eventos no Paraná, dividiram palco com vários artistas de nivel nacional. Também já participaram em programas de televisão, além das suas músicas que tocam em rádios (fm) da região.
Em 2005 nasceu o álbum “Blues & Rock’n Roll”, totalmente independente. Esse álbum nasceu de uma idéia despretenciosa, mas o projeto mostrou-se ousado quando ganhou incentivo, apoio e parceria de empresas da cidade. Neste disco a banda mostra suas influências faixa a faixa: 1 – Johnny B. Goode (Chuck Berry), o garoto do interior que quer brilhar, a interpretação tem muita identidade nos vocais, com direito a solo de saxofone do grande saxofonista Alceu Ruwer (Banda Hora Nacional); 2 – Brown Suggar (Jagger/Richards) “...era uma música imprescindível para esse álbum, pois nos shows ela sempre é tocada com muita energia e um ‘feedback’ ótimo do público” enfatiza François; 3 – Estrada de Nova Concórdia (Adames/Meneghini), o carro chefe do disco e uma das primeiras composições da dupla, a banda capturou bem o espírito da música e o resultado em estúdio foi ótimo. Essa canção, sem muita pretensão, é um hino da ‘velha guarda’ de Toledo; Dead Flowers (Jagger/Richards) a atmosfera desta canção é excelente, tanto nos shows como na interpretação do disco, pois o repertório do álbum é baseado nos shows e na receptividade do público; 5 – Tonight (Adames/Meneghini) há quem diga que essa é a clássica, e realmente o ‘riff’ inovou, mostrando uma evolução na criatividade e nos arranjos do grupo; Keep a Knockin’ (Richard Penniman) uma homenagem para aquele que é considerado pela banda o pai do Rock, Little Richard, muita atitude e arranjo criativo, Alceu Ruwer mais uma vez surpreende no solo; Ticket to Ride (Lennon/MacCartney) pois, nós também ‘amamos os Beatles e os Rolling Stones’ uma balada que ganha posição neste disco; Little Pussy (Adames/Meneghini) a canção censurada, um verdadeiro desabafo para com as mulheres ordinárias, e também não é pra menos, “...imaginavamos que isso aconteceria” diz Rafael, “...mas é incrivel subir nos palcos e ouvir as garotas cantando e a ‘marmanjada’ pedindo: Little Pussy, Little Pussy, fazendo gestos com as mãos, é quase como se falassem: Toca Raul Loco”; Stop Breaking Down Blues (Robert Johnson) é o orgulho do grupo, além da homenagem ao bluesman, o arranjo depois de pronto foi motivo da expressão “lamber a cria”; Confesso (Lavarda/Adames/Meneghini) um presente do amigo e poeta de plantão Euler ‘Neki’ Lavarda. O disco já estava praticamente pronto quando em menos de meia hora Rafael, François e Laércio musicaram o poema, dois dias foi o suficiente, um para o ensaio e o outro para a gravação. A gravação foi feita ao vivo com a ajuda da percurssão de Fabrício Gomes, depois de uma longa sessão e muitas latas de cerveja (que ouve-se na faixa), pronto!, mais uma composição fresquinha, nascendo assim o primeiro disco dos D’Xavantes.
 

COMO COMEÇOU

 

Os D'Xavantes surgiram em meados de 2003 com dissociação de outros grupos. Tudo começou com François, Rafael e Lauro Barros da Silva, o “Laurão”, tocando em churrascos e festinhas universitárias, como eles diriam na época: “è pura diversão, sem pretensão nenhuma”, quando Luciano “Scooby” fez um convite para uma apresentação na Rádio Iguaçu o primeiro passo do trio foi arranjar um nome; Com os instrumentos usados: violão, flauta, chocalho indígena e bongô o resultado era um som bem diferente, lembrando muito o som das raizes índigenas mescladas ao blues, mas com uma pegada rockabilly. Assim, o nome mais apropriado para a “Trupe” e democraticamente elegido pelos integrantes foi: D'XAVANTES DO BLUES.

O nome Xavante , segundo o termo indígena quer dizer guerreiro de espírito puro, o “D'” surgiu com o intuito de representar esse espírito, mas com uma conotação de detonar, de literalmente botar pra quebrar.

O negócio deu certo, e com as idas e vindas o grupo cresceu, o segundo passo foi plugar os instrumentos e encontrar os caras certos, Fernando, Carlos e Laércio, que hoje formam essa grande família.